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quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

Como criar bons hábitos para dormir: 0 a 3 meses

Mamães de primeira viagem, que viagemmmm! rs
É muita dúvida para uma única pessoa, sem falar nos medos e no fato de ficar pensando toda hora "será que isso é normal?" rs, é tanta opinião vindo de cada lado, ainda se coincidissem seria mais fácil, mas cada uma fala uma coisa e ai a dúvida fica ainda maior...
Enfim, agora, aos 4 meses mal consigo segurar a bexiga de noite, vontade de fazer xixi toda hora, levanto feito sonâmbula e nem sequer acendo mais a luz do banheiro, e numa dessas levantadas, morrendo de ódio comecei a pensar em como será quando meu meninão chegar, as famosas mamadas e trocadas de 2 em 2 ou 3 em 3 horas, jesus, deve ser exaustivo demais né? Eu ainda vou ter licença maternidade, mas e o marido que vai ter q pular da cama ás 7h30 pra trabalhar depois de passar quase a noite toda em claro?! que dó que dó que dó! Kkk
Aiii fui procurar uns artigos na net sobre esse lance do bebe não dormir a noite toda e talz, achei algumas coisas interessantes que vou tentar colocar em prática.



Vamos lá...
Sono típico
Os recém-nascidos dormem bastante -- entre 17 e 18 horas por dia nas primeiras semanas de vida e 15 horas por volta do terceiro mês. Ainda assim, eles quase nunca dormem mais que três ou quatro horas por vez, seja durante o dia ou à noite. 

E o que isso quer dizer? Você também não terá muitas horas de sono seguidas. No decorrer da noite, terá que levantar para amamentar e trocar o bebê; ao longo do dia, além dessas tarefas, vai brincar com ele.

Embora alguns bebês consigam dormir a noite inteira já aos 2 meses, muitos não chegam a esse marco até os 5 ou 6 meses de idade e, às vezes, até bem mais tarde. Para que seu filho durma a noite toda, é preciso estabelecer uma boa rotina desde bem cedo.

Como criar bons hábitos para dormirVeja algumas ideias para ajudar seu filho a se preparar para uma boa noite de sono:

Aprenda a entender os sinais que indicam cansaço.
Nas primeiras seis a oito semanas de vida, o bebê não consegue ficar acordado por mais que duas horas por vez. Se você esperar muito mais que isso para colocá-lo para dormir, ele estará cansado demais e não vai conseguir adormecer com facilidade, por incrível que pareça.

Preste atenção nos sinais de cansaço. Ele está esfregando os olhos? Não pára de mexer na orelha? Está com olheiras? Se você notar essas indicações, ponha logo o bebê no berço ou no carrinho. Dessa forma ele já vai aprendendo a dormir sem ser no colo.

Comece a ensinar a diferença entre dia e noite.
Alguns bebês são mais notívagos (algo que você pode até ter percebido durante a gravidez) e estarão com toda a energia do mundo bem quando você se prepara para pegar no sono. Nos primeiros dias, não há muito o que se fazer quanto a isso.

Mas, quando o bebê tiver por volta de 2 semanas, você pode começar a fazê-lo distinguir o dia da noite.

Algumas dicas para durante o dia:

• Mantenha a casa bem iluminada

• Não se preocupe em evitar os barulhos da rotina doméstica, como o telefone, as conversas ou o aspirador de pó, mesmo que ele esteja dormindo.

• Se ele costuma dormir durante todas mamadas, acorde-o, procure conversar e cantar.

• Brinque o máximo que puder. Veja aqui sugestões.

Algumas dicas para durante a noite:

• Tente não fazer gracinhas quando for ao quarto dele para amamentá-lo.

• Acenda o mínimo de luzes e faça pouco barulho.

Deixe que o bebê adormeça por conta própria.
Quando ele tiver por volta de 6 a 8 semanas, tente deixar o bebê adormecer sozinho. Coloque-o no berço quando ele parecer cansado, mas ainda estiver acordado. Dessa forma, ele vai aprender a fazer a transição sem que você tenha que ficar balançando de um lado para o outro ou passando a mão nas costas dele.

Se desde o começo você acostumar o bebê a dormir sozinho, ele vai aprender esse ritual na hora do sono -- e se você sempre niná-lo é isso que ele sempre vai esperar.

É claro que é uma delícia ninar o bebê, mas a questão é que, quando ele acordar no meio da noite, vai precisar ser ninado de novo, se só conseguir adormecer desse jeito.

Para estabelecer um padrão de sono, é importante seguir a mesma rotina de dormir todos os dias.

Procure substituir hábitos que dependam exclusivamente da sua presença (mamadas, por exemplo) por alguma coisa que esteja ao lado da criança quando ela acordar de repente (um "paninho especial" ou um bonequinho, sempre prestando atenção para não ser nada que ela possa resolver sugar e se engasgar).

Possíveis dificuldades

Os bebês mais novinhos tendem a ter o sono mais constante. Porém, quando seu filho chegar aos 2 ou 3 meses de idade, pode ser que ele:

• acorde no meio da noite mais vezes do que precisa

• desenvolva associações para dormir que causarão problemas para você mais para a frente

Os recém-nascidos geralmente acordam no meio da noite para comer ou quando estão incomodados com uma fralda muito molhada, mas alguns acabam fazendo movimentos mais bruscos e acordando antes da hora de mamar. Às vezes, só a proximidade com a mãe ajuda o bebê a se acalmar e a adormecer novamente.

Crianças que se "assustam" fácil podem dormir melhor quando enroladas numa manta ou cueiro, que contenha seus movimentos, imitando o ambiente fechadinho do útero.

Para evitar que a criança faça associações com a mamadeira, com o seio ou com seu colo na hora de dormir, coloque seu filho no berço antes que ele adormeça por completo.

E também tente dissociar o choro da saída do berço: mesmo que já seja hora de tirar seu filho do berço, fale com ele e tente acalmá-lo antes de pegá-lo no colo, para ele não achar que chorar é a senha garantida para sair.

Algumas estratégias em relação a problemas para dormirSeu filho precisa gradualmente aprender a dormir a noite inteira. Especialistas divergem sobre a melhor forma de se fazer isso, e há muitas filosofias, bem diferentes entre si, e bastante polêmicas.

A distinção básica entre elas é a postura diante do choro: algumas técnicas defendem que é preciso deixar a criança chorar, para que ela aprenda a dormir sozinha, e outras preferem privilegiar o contato físico e afetivo com o bebê, como forma de lhe transmitir segurança.

Até os 3 meses, é inevitável que seu filho acorde à noite, portanto não adianta criar expectativas de que ele já comece a dormir a noite inteira. Até os 5 ou 6 meses, é provável que ele ainda acorde para mamar.

A partir daí, o ideal é que ele não precise mais da mamada da madrugada (não só em nome do sono da família, mas também da saúde dentária).

Desde já, porém, você já se preparando para dar a ele bons hábitos de sono. A criação de um ritual da hora de dormir é um deles: coloque-o no berço mais ou menos no mesmo horário todos os dias, depois de seguir a mesma rotina.

A verdade é que não há jeito "certo" de fazer seu filho dormir a noite toda. Você tem que escolher um método que se ajuste à maneira de ser de sua família e seja confortável para seu coração de mãe.
Fonte: Baby Center.

quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

20 Dúvidas sobre a gestação



Oii gente, desde ontem a noite estou sentindo umas dores estranhas na barriga, não é no pé da barriga, é mais acima, quase no umbigo, umas pontadas, sei lah... consegui dormir bem, hoje de manhã, antes do almoço as dores voltaram, falei com a médica e li bastante na internet, e diz que é super normal essas dores e desconfortos, só não é normal se for uma cólica terrível, dessas de ficar de cama ou sangramentos, que não foi meu caso, agora depois do almoço já esta tudo mais calmo...

Achei interessante esse artigo da internet.

20 dúvidas sobre a gestação


O ginecologista e obstetra Domingos Mantelli Borges responde 20 dúvidas frequentes das grávidas e esclarece alguns mitos para as mamães de primeiras viagem!

1. Sangrar durante o início da gravidez é normal?

É normal. A perda de sangue no início da gravidez ocorre em quase 20% das gestantes. Esse sangramento ocorre devido à nidação, a fixação do embrião dentro do útero.

2. Os meus sintomas de gravidez parecem ter desaparecido, significa que posso ter tido um aborto?

A intensidade dos sintomas como cansaço, tensão mamária, náuseas variam muito de mulher para mulher. Caso você note alguma anormalidade diante desses sintomas, procure seu médico para ele fazer um exame que possa detectar se existe algum problema fora do comum.

3. Como deve ser a alimentação?

A alimentação da gestante deve ser equilibrada. Frutas, verduras, carnes, cereais e leite devem ser incluídos. O ideal é a gestante comer pouco e fazer de quatro a seis refeições ao dia, bebendo bastante líquido (de um a dois litros de água por dia). Evite massas, doces, bebidas gasosas e álcool. E observe o seu peso, o recomendado é 9 a 12 quilos referentes ao IMC da gestante, que é considerado uma medida saudável para a mãe e o bebê.

4. É possível sentir os movimentos do feto a partir do primeiro trimestre de gestação?

Os movimentos do bebê nesse estágio ainda não são perceptíveis pela mãe. O bebê só pode ser sentido a partir da 18ª semana. Antes disso, o que a gestante sente são os movimentos peristálticos do intestino.

5. Inchaço em grávidas é sempre sinal de que a pressão está alta?

No final da gestação, o edema é bastante comum, devido à compressão da veia cava dentro do abdômen. Mas muitas vezes não significa que é problema de pressão alta.

6. Sexo durante a gravidez faz mal para o bebê?

A relação sexual pode ser bem-vinda para o casal. Exceto em casos especiais, como o surgimento de sangramento ou contrações.

7. Já dá para saber o sexo do bebê e a data do parto?

A data do parto pode ser calculada a partir da primeira data da última menstruação. Quanto ao sexo do bebê, por meio do exame de sangue a partir de 10 semanas e com o ultrassom com 18 semanas é possível saber o sexo do bebê.

8. Grávidas não podem fazer nenhum tratamento odontológico?

Isso é mito. A gestante pode realizar um tratamento bucal normalmente, pois é nesse estágio de gravidez que há maior incidência de cáries e inflamação na gengiva. Caso for necessário realizar exames de raios-X, a gestante deve vestir um avental de chumbo para proteger o feto, e a anestesia deverá ser preferencialmente sem substância vasoconstrictora.

9. A partir de quantas semanas é possível ouvir o coração do bebê?

Os batimentos cardíacos são audíveis a partir da quinta semana com o uso do ultrassom. Entre a 12ª e a 14ª semanas de gestação é possível ouvir o coraçãozinho do bebê com outro equipamento, o sonar Doppler.

10. Quantos quilos posso engordar?

A gestante deve se preocupar com o ganho de peso durante o segundo trimestre. As futuras mamães não podem ultrapassar o seu IMC (Índice de Massa Corpórea), ela pode ter variações de peso para um pouco mais ou para menos conforme o seu IMC. O ideal seria engordar de 5 a 12 quilos, no máximo .

11. Posso passar qualquer hidratante no corpo ou precisa ser um tipo específico para gestantes?

Alguns ativos de hidratantes comuns são proibidos na gravidez, como ureia em concentrações altas. Por essa razão, o melhor é optar por produtos exclusivos para gestantes. Mas saiba que mesmo eles podem causar alguma irritação.

12. Posso fazer tratamento para varizes?

As varizes que aparecem durante a gestação normalmente somem após o parto. O ideal para as gestantes que estão passando por esse problema é não optar por nenhum tratamento. Deixar as pernas levantadas por alguns minutos, evitar ficar muito parada em pé ou sentada e fazer caminhadas podem amenizar os sintomas.

13. Posso tingir o cabelo?

Somente a partir do quarto mês de gestação. As tinturas, mesmo aquelas sem amônia na composição, e a hena, não devem ser usadas no primeiro trimestre da gravidez. Escova progressiva e alisamentos também deve ser evitados durante toda a gestação.

14. Como calculo a semana de gestação?

Faça a contagem a partir do último dia da menstruação e considere que a gravidez tem 280 dias, ou 40 semanas. Mas não misture o cálculo das semanas com o dos meses. Isso porque quatro semanas tem 28 dias, não um mês.

15. A ansiedade pode acelerar o parto ou fazer mal para o bebê?

Independente do grau de ansiedade da mãe ela não interfere no aceleramento da gestação. Em alguns casos, médicos orientam o uso de medicamentos para controlar o equilíbrio emocional, pois você querendo ou não, essa ansiedade apesar de não acelerar o parto, ela libera hormônios que passa para o bebe causando varias alterações.

16. Estou muito inchada. Devo me preocupar?

O inchaço é comum no final da gestação, mas se ele acontece de forma generalizada, procure o seu médico para diagnosticar se esse edema pode desencadear um problema grave, por exemplo, a doença hipertensiva que ocorre na gravidez.

17. Tenho tido muitas dores nas costas. O que posso fazer para aliviá-las?

A coluna vertebral é bastante sobrecarregada durante a gestação. Se as dores forem insuportáveis, pode-se ainda utilizar analgésicos. Alongamentos e massagens pode ser a salvação durante toda a gravidez.

18. Até quantas semanas uma gestação pode ir?

O tempo previsto é de 40 semanas. O envelhecimento da placenta pode comprometer tanto a circulação do sangue como a troca de nutrientes entre o bebê e a mãe. Essa situação é arriscada para ambos. Porém, hoje em dia, os estudos mostram que podemos aguardar em segurança até 41 semanas.

19. Como sei que estou entrando em trabalho de parto?

As contrações aumentam e duram em torno de 30 a 40 segundos cada uma. Ocorrem, em média, três contrações em 10 minutos. O rompimento da bolsa é o sinal que a mãe deve ir para o hospital, pois ela pode estar entrando em trabalho de parto.

20. Quando o bebê encaixa?

A mulher não tem como saber. Somente um exame clínico e o toque vaginal é que são capazes de revelar se há ou não a dilatação.

quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

Gravidez e as Temidas Estrias



Genteeee, esse post de hoje é destinado as mamães neuróticas com estrias assim como eu, claro que quando pensamos que estamos gerando uma vida, todos os problemas que possam vir a acontecer com nosso corpo ficam em segundo plano, mas... também precisamos nos cuidar, pois a auto estima faz muito bem durante a gravidez, e também depois do parto, para que num momento "depressivo" a gente não acabe culpando o baby pelas marcas deixadas no nosso corpo, na "minha" opinião, é quase impossível ter o mesmo corpo depois da gravidez, conheço varias pessoas que tiveram filhos e tem corpos lindos, mas sempre com alguma marca, alguma flacidez, e nenhum delas tem vergonha disso, muito pelo contrário, tem orgulho, assim como eu terei, independente de qualquer marca deixada pela gravidez, eu tive o dom de ser mãe, de gerar uma vida, e isso não tem preço!!!!

Pelo que li, conversei com amigas e com a GO, as estrias são basicamente genéticas/hereditárias, se sua mãe não teve muitas, ótimo, bem provável que você também tenha poucas. As estrias também variam muito de pessoa pra pessoa, tem pessoas que entram dentro dos potes de cremes e óleos e nada resolve, outras mal usam e saem da gravidez sem nenhuminha... vai entender... Também acho que se você já tem estrias, teve bastante na adolescência, provavel que na gravidez também tenha, e vice-versa.
Mas fazer a nossa parte ajuda e muito, hidratar a pele e principalmente hidratar o corpo com muita água e frutas, no meu caso por exemplo, até estou tomando bastante água, usando óleo de amêndoas juntamente com creme hidratante, mas frutas sem chance, então vou fazer minha parte (+-) e torcer para ter uma boa genética, rs.


Vamos lá a algumas dicas para ajudar a prevenir as monstras das estrias:
Não dá para ter 100% de certeza que elas não aparecerão, porém tomando os cuidados necessários, a futura mamãe diminui muito a chance do surgimento das estrias na gravidez.

Evite engordar muito. Na gestação é comum, natural e até necessário o ganho de peso, mas atenção para não perder a linha. Os médicos recomendam que a mulher deve chegar ao final da gestação com um aumento de no máximo 9 a 12Kg a mais do que tinha antes de engravidar.

Use sutiã de sustentação com alças largas. Como os seios ficam maiores e mais pesados, há chance da pele ceder com mais facilidade.

Escolha calcinhas de cintura alta, especialmente projetadas para mulheres grávidas. Estas calcinhas dão maior resistência à pele do abdômen, evitando que a pele se estique muito com o peso da barriga.

Use cremes com propriedades nutritivas e hidratantes, pois a pele desidratada torna-se mais susceptível às rupturas. Lembre-se: mesmo para passar na sua pele um hidratante que já conhece e já usou, a gestante deve procurar o seu médico para saber se há alguma substância na fórmula que possa prejudicar o desenvolvimento da gravidez ou afetar o bebê. Cremes para gestantes e hidratantes para gestantes são ideais nesse momento. Óleo de amêndoas para estrias também fazem um bom trabalho na hidratação.

Ao utilizar o hidrante nos seios, tome um cuidado especial com a região dos mamilos, que deve ser evitada. Como os seios estão se preparando para a amamentação, o uso do hidratante pode deixá-los com a pele mais fina e sensível, o que pode causar rachaduras nos mamilos durante a sucção do bebê na amamentação.

Nutrindo e hidratando seios e barriga antes, durante e depois da gravidez e não engordando demais, você chegará ao final da gravidez com a pele intacta e sem estrias.

E o principal, beba MUITA água!!!

Lendo muito na internet, pesquisando fóruns e afins, vi alguns cremes queridinhos das mamães, eu ainda não tenho meu preferido, mas estou iniciando essa semana com o Materskin (48,00 o tubo)
Os 3 preferidos das mamães
- Materskin
- Luciara
- Maternité

E a receita caseira, mais comentada é: Um potinho de óleo de amêndoas (puro), compra na farmácia e mistura em um pote de creme bem concentrado (de sua preferência).


quinta-feira, 29 de novembro de 2012

Silicone nos seios x Amamentação

Oiiiee amoras lindas, bom, desde que descobri a gravidez, o fato de eu ter silicone nos seios me preocupa bastante, na verdade, quando fui colocar, conversei certinho com o médico sobre como seria na amamentação, ele me disse que não teria problema algum, poderia amamentar perfeitamente como uma mulher sem silicone, minha incisão foi por baixo do seio, então tranquilissimo, li em alguns artigos que mulheres que colocam a prótese pela aréola tem algum risco de não poderem amamentar, devido a rompimento de algum "ligamento", enfim...

Passada a dúvida sobre a amamentação veio outro medo, o de "tudo cair" rs, li também que isso é bem relativo, claro que como nossos seios vão crescer pra caramba, qdo voltar ao normal é comum que fique mais flácido e talz, mas não necessariamente que vá cair horrores a ponto de ter que trocar a prótese imediatamente, outro monstro que me assusta "estrias", isso sei que vou ter, quando coloquei a prótese já me saíram umas, nada exagerado, mas saíram... E agora como meu peito vai crescer muito, sim, porque com 2 meses de gravidez já estão aumentando dia a dia, com certeza as "temidas estrias" vão aparecer, mas sobre as estrias falo num outro post.



Texto da Internet sobre o assunto: Silicone x Amamentação
Ao contrário do que a maioria das mulheres pensa, seios com silicone permitem uma amamentação tão saudável quanto aqueles que não passaram pela operação. O assunto, no entanto, é rodeado de dúvidas e, para esclarecê-las de uma vez por todas, o Minha Vidaconversou com o cirurgião plástico Sérgio Aluani, da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, e a pediatra Maria José Mattar, especialista em aleitamento materno.

Confira a seguir a entrevista, em que eles falam sobre tudo: as causas das temidas dores que afligem algumas mamães siliconadas na fase de amamentação, os riscos de flacidez e até os procedimentos que, eventualmente, podem ameaçar a chegada do leite até o bebê.

Os métodos de implante atuais são seguros?
Existem várias maneiras pelas quais as próteses podem ser colocadas, e a maioria delas não oferece nenhum risco - caso a cirurgia seja realizada da forma apropriada. A exceção fica por conta dos procedimentos conhecidos por periareolar e transveolar, em que o enchimento é inserido pelas aréolas dos seios. "O corte é feito nos ductos - vias por onde o leite transita. Devido à incisão, esses ductos podem ser prejudicados, dificultando a passagem do leite e, até mesmo a produção", diz o especialista. Mas Sérgio garante que as estatísticas desses incidentes são muito baixas.

Quem pretende amamentar deve evitar a cirurgia para colocar silicone?
Não. "O silicone não interfere em nada na qualidade do leite materno", afirma o médico. Além disso, as próteses ficam localizadas abaixo das glândulas mamárias e, portanto, não interferem em nada na amamentação. Pelo mesmo motivo, o bebê não sofrerá para sugar o leite do seio mais rígido, típico de quem passou pela cirurgia.

Posso colocar próteses enquanto estiver amamentando?
Não, pois o período pós-operatório demora pelo menos um mês - para fazer exercícios, a espera é maior: seis meses. E o bebê, claro, não pode ficar sem mamar. Mas se você gostou do tamanho dos seus seios nessa fase, vale fazer uma visita ao cirurgião para que ele avalie exatamente a medida das próteses a serem implantadas quando o procedimento puder ser realizado.

O material que compõe a prótese pode fazer mal ao bebê?
Atualmente, as próteses de silicone são produzidas com um tipo de gel coesivo e envoltas por uma membrana. O gel coesivo garante que, mesmo havendo o rompimento da membrana, o líquido não vai se misturar com o corpo. Além disso, por serem inseridas abaixo das glândulas mamárias, as bolsas de silicone não impedem que o bebê sugue o leite normalmente.

O silicone atrapalha a produção de leite?
De maneira alguma. "A mulher que aumentou os seios não enfrenta dificuldade nesse sentido", garante a pediatra Maria José Mattar, do Departamento de Aleitamento da Sociedade Brasileira de Pediatria. "A quantidade de leite produzido depende da freqüência da sucção realizada pela criança, assim como das mudanças hormonais ocorridas na mulher, durante a gestação", completa. Em resumo: quanto mais o bebê sugar, mais leite a mãe vai produzir.

Próteses muito grandes podem represar o leite e provocar dores?
Sim. Mas isso normalmente só acontece quando não só o silicone é abundante, mas a quantidade de leite também. Isso porque o líquido pode ficar comprimido, problema facilmente solucionado com a retirada periódica do leite - ele pode ser armazenado, caso não seja hora do bebê mamar.

Seios com silicone sofrem com a flacidez?
Depende. "A aparência dos seios após a amamentação varia de acordo com a pré-disposição genética e o tamanho da mama, independentemente da presença das próteses", afirma o cirurgião.